domingo, 27 de fevereiro de 2011

O destino me atrai. O fato de como as coisas começam e acabam me fascina e me machucam. Fascina-me até quando as coisas andam bem. Na verdade, o que me fascina é o poder do destino. Sim, o destino! O poder que ele tem de unir vidas, fazer de duas, apenas uma. Ah, claro! O que me machuca... O que me machuca também é o destino. Sim, ele mesmo. Porque ele me machuca? É um fato simples. Ele une e depois separa. A separação. Isso que me machuca. Mas, não era o destino? Sim, ainda é ele! O destino me fascina com o seu poder de fazer acontecer, de fazer um começo, e me machuca quando tudo ele destrói. Quando tudo é jogado fora. Quando todos aqueles momentos vividos foram bons, e se tornam em lembranças que jamais devemos lembrar... Porque machuca. Por que a separação foi um acaso do destino.Mas, o que é da vida sem um sofrimento? O que é da vida sem uma felicidade? Nada. Vivemos e aprendemos com todas as armadilhas do destino, e são com elas que conseguimos a vitória, e com a vitória encontramos a paz, e com a paz ficamos felizes, tão feliz ao ponto de fascinar um outro alguém... E mais uma vez, o destino entra em ação. Fascinando e machucando.
A vida é um círculo sem fim, e é nesse círculo que vivemos, sofremos, felizes somos.

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